segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Imagens mostram depredação de trens após atraso no metrô do Recife


Confusão começou na plataforma Coqueiral, que também foi danificada.
Polícia vai analisar vídeos para identificar envolvidos no quebra-quebra.

Imagens registradas por câmeras de celulares e gravadas pelo sistema de segurança do metrô do Recife serão entregues à polícia para ajudar a identificar os envolvidos na depredação de trens e da estação Coqueiral, na Zona Oeste da capital. Composições e uma das plataformas foram danificadas por passageiros que se revoltaram com o atraso nas viagens, na manhã desta segunda-feira (30). O caso será investigado pela Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio.

De acordo com a assessoria de imprensa do Metrô do Recife (Metrorec), uma sobrecarga de energia deixou um trem com as rodas travadas entre as estações Werneck e Barro, que ficam antes do terminal Coqueiral. O reboque demorou cerca de 20 minutos, atrasando as viagens. Revoltados com a demora, alguns passageiros atiraram paus e pedras nas janelas dos trens. “Começou com quatro meninos brincando, batendo com a mão no trem. Um foi batendo, o pessoal começou a vaiar e começou a quebrar”, contou o assistente de manutenção Reginaldo Pereira.
Dois trens ficaram sem condições de circular e tiveram que ser recolhidos. O sistema ficou parado por duas horas. O quebra-quebra foi generalizado. Fora os trens depredados, catracas foram quebradas. Uma bilheteria foi destruída e o vidro da passarela e as câmeras de vigilância, arrancados. Destroços ficaram espalhados nas plataformas e nos trilhos.
Policiais militares da Patrulha dos Bairros foram acionados para controlar a confusão. “Quando entramos [na estação], tinham pessoas ainda quebrando metrôs, catracas, e quando viram a gente saíram correndo”, disse a soldado da PM Marcilene Monteiro.

Ninguém ficou ferido, mas o susto deixou prejuízos e traumas nos passageiros.  “Eu sou contra [o vandalismo], porque a gente que anda de metrô todo dia é mais lesado, mas foi um momento de fúria, porque isso aqui é um descaso”, comentou a promotora de vendas Amanda Roberta. A assessoria do Metrorec informou que o intervalo entre as viagens já foi normalizado.
Bilheterias, luminárias e painéis foram danificados (Foto: Reprodução / TV Globo)Bilheterias, luminárias e painéis foram danificados (Foto: Reprodução / TV Globo)

Barbosa critica 'influência política' sobre juízes


Para presidente do STF, 'nosso sistema permite' esse tipo de influência.
'Desconfie de juiz que vive travando relações políticas aqui e ali', afirmou.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, criticou nesta segunda-feira (30) durante palestra em São Paulo a "influência política" exercida sobre juízes que têm expectativa de progressão na carreira.
No evento, um fórum promovido pela revista 'Exame', Barbosa foi questionado pela plateia sobre combate à corrupção, o caso do mensalão e sobre se o sistema atual de indicação de ministros do STF fragiliza as decisões da Corte.
Para o presidente do Supremo, os juízes ingressam na carreira por concurso público, mas, ao tentar ascender profissionalmente, "entram num fenômeno que eu acho dos mais perniciosos, que é a influência política”.
Permita que ele [o juiz] evolua na sua carreira de maneira natural, sem que tenha que sair por aí pedindo apoios políticos. Vamos atacar o problema na sua raiz."
Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal
Barbosa mencionou como exemplo um juiz federal promovido para um tribunal superior. Segundo ele, “não há mecanismo que crie automatismo para que esse juiz seja promovido sem ter que sair por aí com o ‘pires na mão’”.
“Permita que ele evolua na sua carreira de maneira natural, sem que tenha que sair por aí pedindo apoios políticos. Vamos atacar o problema na sua raiz”, defendeu o ministro, para quem "é preciso deixar o juiz em paz".
“Acredito firmemente que quando um juiz quer, ele decide, ele aplica. Só não aplica a lei aquele juiz que é medroso, é comprometido ou politicamente engajado. E isso o distrai, o impede moralmente”, disse o ministro.
Depois, em entrevista coletiva, Joaquim Barbosa afirmou que não se pronunciaria sobre entrevista concedida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao jornal "Correio Braziliense". Na entrevista, Lula afirmou que, hoje, teria “mais critério” para escolher e nomear ministros do STF.
“Não tenho nada a dizer. Ele foi presidente da República, eu não sou presidente da República. Não tenho nenhum papel na nomeação de ministros do STF e nunca procurei exercer influência sobre esse papel, porque não me cabe”, disse.
Questionado sobre se a fala de Lula tem relação com as afirmações que fez na palestra, Barbosa respondeu: “Eu acho isso sim”.
“Isso faz parte da independência do juiz. Ele tem que ter tranquilidade, ele não deve sofrer qualquer tipo de influência”, disse o ministro. “Desconfie de juiz que vive travando relações políticas aqui e ali.”
“Infelizmente nosso sistema permite que esse tipo de influência negativa seja exercida sobre determinados juízes. É claro que há juízes que conseguem driblar isso muito bem”, declarou Barbosa, que disse esperar que isso mude. “Espero que sim”, concluiu.
Partidos
O presidente do STF também voltou a criticar a criação de novos partidos. Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou os registros do Solidariedade e do PROS. Nesta semana, julgará o pedido da Rede Sustentabilidade.
“É péssimo. Não é bom para a estabilidade do sistema político brasileiro. Nós tínhamos algo que existe em vários outros países que é a chamada cláusula de barreira, mas o Supremo declarou essa cláusula inconstitucional”, afirmou.
“Eu acho que esse é o caminho, o da representatividade. Só continuam aqueles que têm representatividade no Congresso. Um dia, mais cedo ou mais tarde, nós vamos ter que fazer essa opção”, disse Barbosa.
Em junho, durante entrevista, o presidente do Supremo defendeu uma reforma política que reduzisse a influência dos partidos na escolha dos candidatos e se disse favorável ao voto em candidatos avulsos.

'Sensacionalismo', diz suspeita de esquema de desvio de verba


Fantástico entrevistou mulher supostamente usada para aliciar prefeitos.
Ela tentava convencer políticos a aplicar dinheiro em fundo, segundo a PF.

O esquema de lavagem de dinheiro e fraude em entidades previdenciárias, investigado pela Polícia Federal e que resultou na prisão de 23 pessoas no último dia 19, usava mulheres para aliciar prefeitos e convencê-los a aplicar dinheiro em fundos de investimento criado para dar prejuízo, segundo a PF.

A reportagem do Fantástico entrevistou uma das envolvidas, de acordo com as investigações, a administradora de empresas Luciane Hopers. Indiciada por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e formação de quadrilha, ela tinha a função de viajar pelo país e tentar convencer pessoalmente os prefeitos a investir nos fundos de pensão em troca de propina.
Luciane nega ter aliciado os prefeitos. “Foi criado um sensacionalismo em cima das meninas que eram contratadas. Realmente, sempre foram quatro meninas que trabalhavam aqui, bonitas e bem apessoadas, mas em nenhum momento foi com o intuito de aliciamento de prefeito, ou porque tinha objetivo de seduzir prefeito e abrir portas com prefeitos”, disse.

Segundo Luciane, a beleza facilitava o contato das meninas com os prefeitos, mas nessas reuniões eram apresentadas apenas as propostas de investimentos financeiros da empresa comandada pelo doleiro preso Fayed Traboulsi.

Ela também nega pagamento de propina. “Não era pagamento de propina algum. O que acontecia era que nós fazíamos intermédio de venda de fundos de investimento e recebíamos a corretagem, mas não recebíamos propina.”

“Mesmo que isso fosse realidade de eu aliciar o prefeito, ele não precisaria assinar. Quem assina são essa pessoas, os gestores. Se eu tivesse que aliciar prefeito, o que ele ia fazer? Colocar revólver na cabeça deles e fazer assinar? Ou ameaçar exonerá-los? São 14 pessoas exoneradas. Ele ia fazer isso por causa de uma loira ou uma morena?”, afirmou.
Lancha apreendida pela Polícia Federal no lago Paranoá, em Brasília, durante a Operação Miquéias (Foto: Divulgação / Polícia Federal)Lancha apreendida pela PF no lago Paranoá,
em Brasília, durante a Operação Miquéias
(Foto: Divulgação / Polícia Federal)
Luciane também disse que nem ela nem as outras mulheres tentavam seduzir os prefeitos. “Só porque sou uma mulher bonita eu sou condenada a ser prostituta? Só porque sou uma mulher bonita eu não tenho capacidade para convencer que um instituto de previdência pode investir em um instituto que seja mais rentável para ele? Este é o preconceito que existe no Brasil?”

“Dentro do meu interrogatório, a delegada mostrou só a escuta minha com alguns envolvidos em mais de 396 escutas. Se tiver alguma que coloque eu como prostituta, cobrando para ir para a cama, ou me oferecendo para ir para cama, combinando algum encontro, que a delegada solte e comprove isso. Eu estou aberta a isso. Vim dar a minha cara para bater porque tenho consciência do que estou falando.”

A Polícia Federal ainda investiga a relação entre Luciane, o doleiro Fayed e os políticos com quem negociavam. A corporação quer saber qual o papel de Luciane e de cada uma das outras mulheres no esquema e afirma que novas prisões não estão descartadas.

O advogado de Fayed Traboulsi disse que as empresas criadas pelo seu cliente seguiam as regras do mercado. Ele é um dos nove indiciados que continuam presos em Brasília.

No último dia 19, a Polícia Federal deflagrou uma operação para cumprir 27 mandados de prisão e 75 de busca e apreensão em dez unidades federativas do país. A ação chamada "Miquéias" ocorreu no DF, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Amazonas e Rondônia.
Lamborghini apreendida pela Polícia Federal durante a operação Miquéias, em Brasília (Foto: Elza Fiúza/ABr)Lamborghini apreendida pela Polícia Federal
durante a operação Miquéias, em Brasília
(Foto: Elza Fiúza/ABr)
Segundo a Polícia Federal, os líderes das duas organizações ficavam no Distrito Federal. Dos 23 presos, 15 foram detidos na capital. De acordo com a PF, dois dos presos são delegados da Polícia Civil do DF e dois são agentes.

Os presos devem responder por gestão fraudulenta, operação desautorizada no mercado de valores mobiliários, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

Em Brasília, foram apreendidos cinco carros de luxo e uma lancha de R$ 5 milhões, comprados com dinheiro lavado, segundo as investigações.

A investigação começou há um ano e meio, para apurar lavagem de dinheiro por meio da utilização de contas bancárias de empresas de fachada ou fantasmas, abertas em nome de “laranjas”.

A PF disse que detectou a existência de um "verdadeiro serviço de terceirização para lavagem do dinheiro proveniente de crimes diversos". Nos 18 meses de investigação, a polícia estima que foram sacados mais de R$ 300 milhões das contas dessas empresas. Foram identificadas 30 empresas de fachada.

Nas investigações, a PF também detectou que policiais civis do Distrito Federal eram responsáveis pela proteção da quadrilha. A corporação descobriu ainda que a organização criminosa aliciava prefeitos e gestores de Regimes Próprios de Previdência Social para que eles aplicassem recursos das respectivas entidades previdenciárias em fundos de investimentos com papéis geridos pela quadrilha, o que configurava o desvio dos recursos.

Os prefeitos e gestores dos regimes próprios de previdência eram remunerados com um percentual sobre o valor aplicado. O prejuízo para os fundos de pensão é de R$ 50 milhões, segundo a polícia.

Em vídeo, 'peladão' sai às ruas para xavecar mulheres na Noruega


Jovem saiu às ruas sem roupa pedindo o telefone de diversas mulheres.
Gravação foi assistida mais de 233 mil vezes.

Um jovem norueguês identificado como “FreddyFairhair” publicou um vídeo em seu canal no YouTube no qual ele sai pelas ruas da cidade completamente nu, pedindo o número de telefone de diversas garotas (assista ao vídeo).
Jovem saiu pelas ruas da Noruega completamente nu, pedindo o telefone de diversas mulheres (Foto: Reprodução/YouTube/FreddyFairhair)Jovem saiu pelas ruas da Noruega completamente nu, pedindo o tel de mulheres 
Na gravação, as mulheres ficam chocadas com a atitude e a naturalidade do jovem, que afirma que “era o mais tímido da classe” e que, antigamente, “tinha vergonha de tomar banho do vestiário após as aulas de educação física”, conforme informações do vídeo.
O jovem diz também que, na maioria das vezes, o microfone que gravou o áudio das conversas estava preso à roupa de baixo, tirada instantes antes do homem xavecar as mulheres.
Apesar de não usar nenhuma roupa, as norueguesas foram simpáticas no geral, e algumas até pareceram dar o número de telefone ao peladão. Ao final, o jovem é abordado por policiais para prestar esclarecimentos sobre o episódio.
Em menos de 24 horas, o vídeo foi assistido mais de 233 mil vezes.
Sem aparentar constrangimento por estar nu, rapaz pede o telefone de garotas, após afirmar que costumava ser o 'mais tímido' da sala (Foto: Reprodução/YouTube/FreddyFairhair)Sem aparentar constrangimento por estar nu, rapaz pede o telefone de garotas, após afirmar que costumava ser o 'mais tímido' da sala 

Obama apela ao Congresso para que evite 'paralisação' do governo federal


'Isso não precisa acontecer', disse o presidente em pronunciamento.
Democrata afirmou que paralisação terá consequências na economia.

O presidente dos EUA, Barack Obama, fez um apelo nesta segunda-feira (30) para que o Congresso impeça a "paralisação" do governo americano. Segundo ele, o Congresso está agindo "no limite da irresponsabilidade". (Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)O presidente dos EUA, Barack Obama, fez um apelo nesta segunda-feira para que o Congresso impeça a paralisação do governo americano. Segundo ele, o Congresso está agindo no limite da irresponsabilidade (Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)
O presidente dos EUA, Barack Obama, fez um apelo nesta segunda-feira (30) para que o Congresso impeça a "paralisação" do governo americano. Segundo ele, o Congresso está agindo "no limite da irresponsabilidade".
"Isso não precisa acontecer", disse. "Deixe-me repetir. Isso não precisa acontecer.
"Manter o governo do povo funcionando não é uma concessão a mim. É a sua responsabilidade básica", acrescentou.
Obama lembrou que o governo federal é o maior empregador do país e que o fechamento iria ter consequências na economia.
"Minha esperança é que na última hora a Câmara vá fazer a coisa certa", disse Obama.
O democrata celebrou o que chamou de recuperação econômica do país nos últimos cinco anos.
No início da noite, Obama telefonou ao líder republicano na Câmara, John Boehner, e pediu a aprovação da liberação de gastos federais por mais seis semanas sem afetar o "Obamacare".
Crise
Um embate político entre republicados e democratas pode paralisar o governo dos Estados Unidos a partir das 0h01 desta terça-feira (1º). Republicanos travam a aprovação do orçamento ou de uma permissão para gastos federais, condicionando a mesma a uma suspensão do chamado "Obamacare", o sistema de saúde criado pelo governo Obama. Sem essa aprovação, uma série de serviços considerados não essenciais poderão ser interrompidos.
Na tarde desta segunda-feira, o Senado dos Estados Unidos, de maioria democrata, rejeitou a proposta da Câmara, de maioria republicana, para retardar em um ano a entrada em vigor da reforma da saúde, chamada de "Obamacare", em troca de financiamento temporário do governo federal a partir de terça-feira, diz a agência Reuters.

Corpos de casal e dois filhos são achados dentro de casa, em Goiás


Família foi localizada em estado de decomposição, em Cidade Ocidental
Suspeito é ex-marido de irmã de vítima, que queria reatar o relacionamento.

Corpos de casal e dois filhos são achados dentro de casa, em Cidade Ocidental, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Corpos de casal e dois filhos são achados dentro de casa, em Cidade Ocidental, Goiás
Quatro pessoas da mesma família foram encontradas mortas na tarde desta segunda-feira (30), dentro da casa onde moravam, em Cidade Ocidental, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal. As vítimas da chacina são um casal e dois filhos, que segundo familiares, tinham 7 e 4 anos. A Polícia Civil está investigando o crime.
Quem encontrou os corpos, já em avançado estado de decomposição, foi o cunhado da mulher, Paulo Batista da Rocha. Ele contou aoG1 que desde a última sexta-feira (27), tentava entrar em contato com os parentes, mas não conseguiu. Então ele resolveu ir até a casa onde eles viviam, no Setor Araguaia.
"Quando cheguei até a casa, chamei por eles na porta, mas ninguém atendeu. Então pulei o muro e ao entrar no lote, senti um cheiro forte. Com um martelo, conseguiu quebrar a janela do quarto e ver os corpos", descreveu.
Segundo Paulo, todas as vítimas estavam em um dos quartos da casa. As duas crianças estavam sobre a cama e o casal, no chão do cômodo.
O local foi isolado pela PM e técnico da Polícia Técnico-Científica já realizaram a perícia. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal de Luziânia (IML). Ainda não informações sobre como as vítimas foram assassinadas, por conta do estado em que foram encontradas. Porém, segundo informações preliminares da polícia, a família teria sido assassinada a facadas.
Corpos de casal e dois filhos são achados dentro de casa, em Cidade Ocidental, Goiás 2 (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Parente quebrou vidraça para poder ver corpos
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Suspeito
De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Rafael Pareja Camargo, o principal suspeito do crime é um rapaz que seria ex-marido de uma irmã da mulher morta. Ele teria matado a família porque a ex-mulher não queria reatar o relacionamento.
"Ele estava procurando a ex, mas como não encontrava, foi até a casa da irmã dela para tentar descobri informações. Por algum motivo, ele deve ter matado toda a família", disse ao G1.
O delegado afirmou que a ex-mulher do suspeito prestou depoimento e confirmou que o homem já havia a ameaçado. A polícia confirmou ainda que a moto do homem morto também foi levada pelo suposto assassino.
Rafael Pareja Camargo afirmou que deve ouvir mais testemunhas e pedir a prisão preventiva do suspeito já na terça-feira (1).

Carga roubada em terminal de Cumbica é avaliada em R$ 1,8 milhão


Roubo de equipamentos eletrônicos aconteceu na noite deste domingo. 
Ninguém ficou ferido na ação de quadrilha.

Grupo armado rouba terminal de cargas de Cumbica (Foto: Edu Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo)Grupo armado roubou terminal de cargas de Cumbica na noite de domingo
A carga roubada pelo grupo que invadiu o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na região metropolitana, na noite deste domingo (29), está avaliada em R$ 1,8 milhão, como informou o Bom Dia São Paulo. A quadrilha, formada por oito a dez homens, fugiu após roubar equipamentos eletrônicos no terminal de cargas.
A Polícia Civil já está com imagens do circuito de câmeras de segurança do local. Por volta das 21h, dois homens vestidos com uniformes da empresa que faz a segurança do galpão abordaram o vigia que estava na portaria e o renderam. Em seguida, mais quatro homens invadem o galpão. Depois, surge um caminhão, utilizado para levar toda a mercadoria roubada. Os homens estavam armados com revólveres e pistolas.
Ao menos cinco seguranças foram rendidos e amarrados, mas ninguém se feriu. Toda a ação durou cerca de 44 minutos, de acordo com a Polícia Civil. A maior parte do equipamento roubado era de máquinas fotográficas e de tablets, mas foram encontrados relógios no chão do galpão, que não tem câmeras em sua área interna. Os ladrões fugiram pela Via Dutra.
A Gru Airport, empresa responsável pela administração do aeroporto, afirmou que vai auxiliar nas investigações, fornecendo as imagens do terminal de cargas e demais informações que possam ajudar a solucionar o caso.
Segundo a empresa, os terminais de carga estão sob a responsabilidade das companhias aéreas. O galpão da ABSA pertence à TAM Cargo, que informou nesta manhã ter tomado as medidas cabíveis e estar colaborando com a polícia.
Em outubro do ano passado, uma quadrilha armada com metralhadoras e pistolas invadiu o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, no interior paulista, e roubou uma carga de produtos da fabricante Apple, avaliada em R$ 3,9 milhões.